Antes da técnica, existe uma visão de mundo.
A proposta parte da ideia de que a pessoa não é definida pela deficiência, mas pela dignidade de ser criada à imagem e semelhança de Deus. A partir daí, o curso conduz a igreja para perguntas práticas sobre linguagem, cuidado, participação e pertencimento.
- Renovar a forma de ler e interpretar a Bíblia diante da neurodiversidade.
- Promover comunidades mais hospitalares e menos excludentes.
- Transformar acolhimento em prática consistente, não em discurso.